Adentro-me nesse poço
No fundo vivendo na nascente
Passando nas veias terra água
Mistura pintura inteiramente
Velho dilacerado irreverente
Nascente de águas
Suja luxará
Lamas se misturam
Desejos vagabundo loucuras
Pudor escondendo nas terras
Esfregando na lama veios poço
Adultero Sem fundo
domingo, 25 de julho de 2010
Arremessa tua ira
Correr velozmente o suor
Elevar a linha do horizonte
Peregrinar descalça
Instável os pés
Ladeira escorregando
Carreiras cantigas
Acomodado fica na encosta
Orvalho desemboca nas rochas
Lágrima seca nas gerais
Neblinas caem nos casulos
Borboleta passa
Arco-íres deixa tudo em harmonia
Filocarmo Braga
19 07 10
Correr velozmente o suor
Elevar a linha do horizonte
Peregrinar descalça
Instável os pés
Ladeira escorregando
Carreiras cantigas
Acomodado fica na encosta
Orvalho desemboca nas rochas
Lágrima seca nas gerais
Neblinas caem nos casulos
Borboleta passa
Arco-íres deixa tudo em harmonia
Filocarmo Braga
19 07 10
Vôo noturno
Elimine minha lágrima num vôo noturno
Ultrapassa pássaros nuvens obstáculos
Estrelas galáxia acendam essa chama
Surjam para iluminar minha alma
Alucina meu corpo alcoolizado
Asfixia com sua fragrância
Na penumbra aprisionada
Reflete vultos indefinidos
Lucidezes impreterivelmente
Odores inocentes
Abrigue minha alma
Vermelha rude continuamente
Filocarmo Braga
29 07 1024 07 1o
Ultrapassa pássaros nuvens obstáculos
Estrelas galáxia acendam essa chama
Surjam para iluminar minha alma
Alucina meu corpo alcoolizado
Asfixia com sua fragrância
Na penumbra aprisionada
Reflete vultos indefinidos
Lucidezes impreterivelmente
Odores inocentes
Abrigue minha alma
Vermelha rude continuamente
Filocarmo Braga
29 07 1024 07 1o
Batalhas frívolas
Exteriorizo fertilizo
Meu corpo
Com momentos
Fúteis olhares caluniosos
Interiorizado pra dentro
Do intimo expressão
Tua Ira meiguice inventiva
Breves olhares caluniosos
Correr no intima
Colisão de nuvens
Turbulento vendaval
Arrastando as nuvens
Destinada aos astros
Residiu nas arteiras
Pouco tempo; Destino
Nada como um dia
Iluminado reconciliar
As batalhas frívolas
Do ser humano
Filocarmo Braga
24/10/2010
Meu corpo
Com momentos
Fúteis olhares caluniosos
Interiorizado pra dentro
Do intimo expressão
Tua Ira meiguice inventiva
Breves olhares caluniosos
Correr no intima
Colisão de nuvens
Turbulento vendaval
Arrastando as nuvens
Destinada aos astros
Residiu nas arteiras
Pouco tempo; Destino
Nada como um dia
Iluminado reconciliar
As batalhas frívolas
Do ser humano
Filocarmo Braga
24/10/2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Manhã calma
Manhã calma
Feliz serena e suave
Brisa alucinante
Caminhos enxergam
Respiro
A cigarra canta
Sons espalham
Distribui na imensidão
Entrelaçados hasteiem
Repulsar reviver
Painel surge
Reaparece renasce
Danças bailes bailando
Bárbaros barrado
Arriscada desembaraço
Desarmonia momento
Tempo ocasião
Quem sabe balanço
No verão
No inverno
Uma canção
Filocarmo
22/07/2010
Feliz serena e suave
Brisa alucinante
Caminhos enxergam
Respiro
A cigarra canta
Sons espalham
Distribui na imensidão
Entrelaçados hasteiem
Repulsar reviver
Painel surge
Reaparece renasce
Danças bailes bailando
Bárbaros barrado
Arriscada desembaraço
Desarmonia momento
Tempo ocasião
Quem sabe balanço
No verão
No inverno
Uma canção
Filocarmo
22/07/2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Tua Ira
Arremessa tua ira
Correr velozmente o suor
Elevar a linha do horizonte
Peregrinar descalça
Instável os pés
Ladeira escorregando
Carreiras cantigas
Acomodado fica na encosta
Orvalho desboca nas rochas
Lágrima seca nos gerais
Neblina Caim nos casulos
Borboletas rodeiam
Arco-íres deixa tudo em harmonia
Filocarmo Braga
19 07 10
Correr velozmente o suor
Elevar a linha do horizonte
Peregrinar descalça
Instável os pés
Ladeira escorregando
Carreiras cantigas
Acomodado fica na encosta
Orvalho desboca nas rochas
Lágrima seca nos gerais
Neblina Caim nos casulos
Borboletas rodeiam
Arco-íres deixa tudo em harmonia
Filocarmo Braga
19 07 10
Alma gêmia
Reservado a mim tua alma
No seu ventre vou percorrer
O mais perfeito do seu corpo
Imaginar a rapidez sanguínea
Atravessado seus vaso sanguíneo
Matando minha sede
Embebedar de tua fragrância aromas
Deslumbrar Insensatez da minha insanidade
De permanecer em transe na tua aparição
Atmosfera maré pacifico
Os pelicanos voam e não levam o brilho
De seus cabelos lisos negros
Não arreda dessa retina indefessa
Mas vigilante aos veeiros da certeza
Criatura ininterruptamente alma gemia
Filocarmo
18/07/2010
No seu ventre vou percorrer
O mais perfeito do seu corpo
Imaginar a rapidez sanguínea
Atravessado seus vaso sanguíneo
Matando minha sede
Embebedar de tua fragrância aromas
Deslumbrar Insensatez da minha insanidade
De permanecer em transe na tua aparição
Atmosfera maré pacifico
Os pelicanos voam e não levam o brilho
De seus cabelos lisos negros
Não arreda dessa retina indefessa
Mas vigilante aos veeiros da certeza
Criatura ininterruptamente alma gemia
Filocarmo
18/07/2010
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rainha do norte
terça-feira, 13 de julho de 2010
Vida e Morte
Mané Chiquinho Bar
Encontros encanto desencontro
Vozes sons choros
Minha mãe de leite
Sentia uma melodia
Tudo parecia musica
Chaleiras e bulis
Vapor Aromas
Batido da caixa Folia
Passava movendo os dias
Tudo era música
Matheus Maria
Dona Polina, Ruka carne preta duruta
Pessoas que fizeram parte de mim
Da minha infância ouvia o corte
Do machado de Bando
Tudo era música
Tropeiros tropas Viajantes mascates
Visitantes Viajantes
Mascates romeiros
A fé proteção
Pastorinhas padres
Pastores abençoem seus fieis
Crianças brincam de rodas
Bêbados ricos pobres
Na mesma comunhão
Contam casos
Com detalhes emoção
Ulisses homem habilidoso
Na construção de telhado
Mesmo faltando
Sua perna direita.
Entre um gole e outro
Poetas artistas
Mulheres moços
Rapazes olhares
Nascem amores
Casamentos foguetes
Comemoram Nascimentos
Parteiras Cortam umbigo
Gritos
Foliões chegam
Para orquestrar
Essa ambientação
Vidas mortes
Estrelas corpos
Meu ninho
Meu torrão
Meu caixão
Filocarmo
15/03/2010
Encontros encanto desencontro
Vozes sons choros
Minha mãe de leite
Sentia uma melodia
Tudo parecia musica
Chaleiras e bulis
Vapor Aromas
Batido da caixa Folia
Passava movendo os dias
Tudo era música
Matheus Maria
Dona Polina, Ruka carne preta duruta
Pessoas que fizeram parte de mim
Da minha infância ouvia o corte
Do machado de Bando
Tudo era música
Tropeiros tropas Viajantes mascates
Visitantes Viajantes
Mascates romeiros
A fé proteção
Pastorinhas padres
Pastores abençoem seus fieis
Crianças brincam de rodas
Bêbados ricos pobres
Na mesma comunhão
Contam casos
Com detalhes emoção
Ulisses homem habilidoso
Na construção de telhado
Mesmo faltando
Sua perna direita.
Entre um gole e outro
Poetas artistas
Mulheres moços
Rapazes olhares
Nascem amores
Casamentos foguetes
Comemoram Nascimentos
Parteiras Cortam umbigo
Gritos
Foliões chegam
Para orquestrar
Essa ambientação
Vidas mortes
Estrelas corpos
Meu ninho
Meu torrão
Meu caixão
Filocarmo
15/03/2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
POEMA
Artistas poetas atores
Morre na sarjeta
A arte interpreta
Reflete retrocede
Após a morte glamour
Refletor fleche
Maldade sucessora
Massacrado com homenagem
Busto na praça memórias
Mostra minúscula
Nossa solidariedade
Homenagem remorsos
Após a morte
Busto na praça
Só vale pra quem já morreu.
Filocarmo
03/06/2010
Morre na sarjeta
A arte interpreta
Reflete retrocede
Após a morte glamour
Refletor fleche
Maldade sucessora
Massacrado com homenagem
Busto na praça memórias
Mostra minúscula
Nossa solidariedade
Homenagem remorsos
Após a morte
Busto na praça
Só vale pra quem já morreu.
Filocarmo
03/06/2010
Escasso pedaço
Dentro de mim
Poucas lembranças
Corpo não vai
Lugar algum
Pecadas sem testemunha
Você não escuta
Não sabe meu nome
Às vezes vitima
Dos ventos inocente
Depressivo meu coração
Matado ali no canto
Sem digitais
Preso no cordão da morte
Filocarmo
03 07 10
Poucas lembranças
Corpo não vai
Lugar algum
Pecadas sem testemunha
Você não escuta
Não sabe meu nome
Às vezes vitima
Dos ventos inocente
Depressivo meu coração
Matado ali no canto
Sem digitais
Preso no cordão da morte
Filocarmo
03 07 10
Sabores insossos
Gosto requentado
Sabores insossos
Teu cheiro não importa
Teus bocejos vozes
Passam indiferentes
Descubro tua cara
Incerteza mentiras
Assustado esboçando
Meu amor a carne
Sofrendo massacrado
Morreu no escuro
Tua lagrima
Diz nada
Tenha pena
Vida insana
Luz perdida
Fim de noite.
Filocarmo
04 07 10
Sabores insossos
Teu cheiro não importa
Teus bocejos vozes
Passam indiferentes
Descubro tua cara
Incerteza mentiras
Assustado esboçando
Meu amor a carne
Sofrendo massacrado
Morreu no escuro
Tua lagrima
Diz nada
Tenha pena
Vida insana
Luz perdida
Fim de noite.
Filocarmo
04 07 10
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poemas,
Sabores
Escuridão
Escuridão
Vejo um ponto de luz
Você sentada
Fico congelado imóvel
Apático olhar fixo
Minhas pernas tremulam
Meu corpo tremula
As horas não passam
Subconsciente eterniza
Siluetas no centro
Ponto de luz
Apaga carregando
Tudo era visão.
Filocarmo
05/07/2010
Vejo um ponto de luz
Você sentada
Fico congelado imóvel
Apático olhar fixo
Minhas pernas tremulam
Meu corpo tremula
As horas não passam
Subconsciente eterniza
Siluetas no centro
Ponto de luz
Apaga carregando
Tudo era visão.
Filocarmo
05/07/2010
Poucas memórias
Infâncias não lembram
Poucas memórias
Detido redemoinho
Poucas opções
Um cavalo
Um pião
Brincadeira de roda
Vereda nascente
Cerrado pitomba
Bertoldo homem
Devota oração
Foliões pastorinha
Mastro bandeira
Santas protegem
Santa cruz.
Filocarmo
Poucas memórias
Detido redemoinho
Poucas opções
Um cavalo
Um pião
Brincadeira de roda
Vereda nascente
Cerrado pitomba
Bertoldo homem
Devota oração
Foliões pastorinha
Mastro bandeira
Santas protegem
Santa cruz.
Filocarmo
terça-feira, 29 de junho de 2010
AZULEJANDO
Azulejos movimentam
Personagem minúsculo cada um com sua jornada
Companheiros de tantas noites incertas
Heróis de minhas histórias, ali estou eu todas as noites
Com meus fantasmas cada um representando
Tudo que vivi, sabe la se amanhã ainda estou com eles
Vivendo essa loucura de minha passagem nessa terra
Ou planeta de inveja e ciúmes criado pelos nossos ancestrais
Loucos estamos nós aqui vivendo histórias nos azulejos
Nesse espaço de cores infecta a minha imaginação
Azulejos azulejando o preto e branco
Azul da minha erosão
Filocarmo Braga
22/03/10
Personagem minúsculo cada um com sua jornada
Companheiros de tantas noites incertas
Heróis de minhas histórias, ali estou eu todas as noites
Com meus fantasmas cada um representando
Tudo que vivi, sabe la se amanhã ainda estou com eles
Vivendo essa loucura de minha passagem nessa terra
Ou planeta de inveja e ciúmes criado pelos nossos ancestrais
Loucos estamos nós aqui vivendo histórias nos azulejos
Nesse espaço de cores infecta a minha imaginação
Azulejos azulejando o preto e branco
Azul da minha erosão
Filocarmo Braga
22/03/10
Econtro
Na tarde um encontro,
um olhar diz: paixão.
Meus olhos te acompanham na multidão
Seu corpo transpira: emoção.
Caminho na sua direção com minhas pernas fortes
de um jovem cheio de razão.
Manhã de abril chegou na sua vida,
com o que trazias um amor verdadeiro.
Hoje, você minha nuvem, procura outros ventos
para viver outras emoções!!!!
um olhar diz: paixão.
Meus olhos te acompanham na multidão
Seu corpo transpira: emoção.
Caminho na sua direção com minhas pernas fortes
de um jovem cheio de razão.
Manhã de abril chegou na sua vida,
com o que trazias um amor verdadeiro.
Hoje, você minha nuvem, procura outros ventos
para viver outras emoções!!!!
terça-feira, 15 de junho de 2010
Mangabeiras Belo Horizonte
O parque das mangabeiras é de uma beleza exuberante
A serra do curral fica vigiando o parque com suas cores e animais como se agradece se pela sua sustentação.
A neblina se entrelaça com sua vegetação
O sol chega iluminado dando vida à mata.
O orvalho brilha sai fazendo coreografias
Os pássaros saem ensaiado seu primeiro vôo da manhã
O Dégradé criado pelas árvores e arco-íris
Um show da mãe natureza.
Filocarmo Braga
15/06/10
A serra do curral fica vigiando o parque com suas cores e animais como se agradece se pela sua sustentação.
A neblina se entrelaça com sua vegetação
O sol chega iluminado dando vida à mata.
O orvalho brilha sai fazendo coreografias
Os pássaros saem ensaiado seu primeiro vôo da manhã
O Dégradé criado pelas árvores e arco-íris
Um show da mãe natureza.
Filocarmo Braga
15/06/10
Rainha do Norte
Rainhas do Norte 20/10/ 1989
Ah, as mulheres do norte!
Quanta vida e amor
Nos olhos daquelas mulheres.
O canavial, de repente se transforma.
Num grande cenário de suas expressões
De ternura e encanto.
Quanta contemplação há de ter
Nas gostas de suor que descem pelo rosto...
Na lâmina afiada com que cortam a cana,
E nas mãos retalhadas pela força do trabalho.
Ah, quanto amor há nelas...
Amor que se revela, quando,
Antes mesmo do sol se pôr,
Ainda encontram tempo para lavar a roupa,
Machucando as mãos machucadas,
Más, que se tornam leves, suaves,
Cheias de ternura, acariciando a corrente de filhos.
Aí, elas descasam...
E enquanto descansam, vão cortar a lenha,
Fazer a venda, remendar a roupa, rezar,
Alimentar a família, e...amar!
Porque a vida delas é amor o tempo todo.
Ah, mulheres do norte.....
Ah, as mulheres do norte!
Quanta vida e amor
Nos olhos daquelas mulheres.
O canavial, de repente se transforma.
Num grande cenário de suas expressões
De ternura e encanto.
Quanta contemplação há de ter
Nas gostas de suor que descem pelo rosto...
Na lâmina afiada com que cortam a cana,
E nas mãos retalhadas pela força do trabalho.
Ah, quanto amor há nelas...
Amor que se revela, quando,
Antes mesmo do sol se pôr,
Ainda encontram tempo para lavar a roupa,
Machucando as mãos machucadas,
Más, que se tornam leves, suaves,
Cheias de ternura, acariciando a corrente de filhos.
Aí, elas descasam...
E enquanto descansam, vão cortar a lenha,
Fazer a venda, remendar a roupa, rezar,
Alimentar a família, e...amar!
Porque a vida delas é amor o tempo todo.
Ah, mulheres do norte.....
Resumo da minha vida profissional
Iniciei minhas atividades na área da comunicação em 68, quando existia uma amplitude e intenso movimento cultural e político no Brasil. Nessa época trabalhava na gigante Rede Globo de Televisão, onde fui editor de vt, cinegrafista, produtor comercial até chegar a gerente nacional de produção. Nos 29 anos que atuei na Globo fui vencedor interno de resultados por seis medalhas de ouro.
Nesses 29 anos tornei-me esposo, pai e avó. Saí da Rede Globo de Televisão e fui trabalhar como assessor de expansão da Rede Minas de Televisão, pouco tempo depois assumi a direção de programação e produção da emissora.
No novo século, quando todos acreditavam que o mundo acabaria, eu já vovó
Assumi a direção artística do programa Interesse Público, iniciativa da TV Cultura de São Paulo.
Nesses 29 anos tornei-me esposo, pai e avó. Saí da Rede Globo de Televisão e fui trabalhar como assessor de expansão da Rede Minas de Televisão, pouco tempo depois assumi a direção de programação e produção da emissora.
No novo século, quando todos acreditavam que o mundo acabaria, eu já vovó
Assumi a direção artística do programa Interesse Público, iniciativa da TV Cultura de São Paulo.
Depoimento de minha Filha Fabiana
Este homem que eu admiro tanto,com todas as suas virtudes e também com seus limites.
Este homem com olhar de menino, sempre pronto e atento,mostrando-me o caminho da vida, que está pela frente.
Este mestre contador de históriastraz em seu coração tantas memórias,espalha no meu caminhar muitas esperanças,certezas e confiança.Este homem alegre e brincalhão,mas também, às vezes, silencioso e pensativo,homem de fé e grande luta,sensível e generoso.
O abraço aconchegante a me acolher, este homem,meu pai, com quem aprendo a viver.
Pai, paizinho, paizão...meu velho, meu grande amigão, conselheiro e leal amigo:infinito é teu coração.
Obrigado, pai, por orientar o meu caminho,feito de lutas e incertezasmas também de muitas esperanças e sonhos que sonho com você.
Beijos com amor eterno da sua sempre filha Fabiana.
Este homem com olhar de menino, sempre pronto e atento,mostrando-me o caminho da vida, que está pela frente.
Este mestre contador de históriastraz em seu coração tantas memórias,espalha no meu caminhar muitas esperanças,certezas e confiança.Este homem alegre e brincalhão,mas também, às vezes, silencioso e pensativo,homem de fé e grande luta,sensível e generoso.
O abraço aconchegante a me acolher, este homem,meu pai, com quem aprendo a viver.
Pai, paizinho, paizão...meu velho, meu grande amigão, conselheiro e leal amigo:infinito é teu coração.
Obrigado, pai, por orientar o meu caminho,feito de lutas e incertezasmas também de muitas esperanças e sonhos que sonho com você.
Beijos com amor eterno da sua sempre filha Fabiana.
The Beatles
The Beatles fez e faz parte da minha vida até hoje. Uma das melhores bandas de rock do mundo.
domingo, 16 de maio de 2010
A PROCURA
A Procura do ParaísoParaíso são coisas, pessoas e lugares que conhecemos. Viajamos do berço até nossa velhice procurando a felicidade. Ser feliz é estar na noite e saber que vai amanhecer. E o dia pode ser ruim. Ou melhor, somos cúmplices, culpados, prisioneiros de sonhos realizados, derrotados? Sofremos por coisas que nunca tivemos ou perdemos e que ainda nem temos. A vida deixa de ser e passa só ter. Acorrentamos nossos cérebros dentro de cavernas. Objetos tornam-se muletas do consumo, escravos, fanáticos, submissos, ferindo sentimentos, amando e odiando. Viajando, aprendendo coisas inúteis. Ouvimos discursos sem atitudes e com práticas teatrais. No primeiro olhar percebemos o caminho, tudo fica para traz.
Filocarmo Braga
Filocarmo Braga
terça-feira, 2 de março de 2010
Um Encontro
Na tarde um encontro,
um olhar diz: paixão.
Meus olhos te acompanham na multidão
Seu corpo transpira: emoção.
Caminho na sua direção com minhas pernas fortes
de um jovem cheio de razão.
Manhã de abril chegou na sua vida, com o que trazias um amor verdadeiro.
Hoje, você minha nuvem, procura outros ventos
para viver outras emoções!!!!
Filocarmo
10/03/02
um olhar diz: paixão.
Meus olhos te acompanham na multidão
Seu corpo transpira: emoção.
Caminho na sua direção com minhas pernas fortes
de um jovem cheio de razão.
Manhã de abril chegou na sua vida, com o que trazias um amor verdadeiro.
Hoje, você minha nuvem, procura outros ventos
para viver outras emoções!!!!
Filocarmo
10/03/02
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Manhã Cinzenta
Manhã Cinzenta
Do quarto vejo nuvens escuras
Pássaros Silencios
Vozes sussurrando
Vento Ultrapassando
Os Corredores
vejo Aquela Mulher de Pele Escura
Expressão sem Luz
Calama Aparente
De repente
O vento levou para sempre!
Filocarmo
10/02/25
Do quarto vejo nuvens escuras
Pássaros Silencios
Vozes sussurrando
Vento Ultrapassando
Os Corredores
vejo Aquela Mulher de Pele Escura
Expressão sem Luz
Calama Aparente
De repente
O vento levou para sempre!
Filocarmo
10/02/25
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
http://www.youtube.com/watch?v=ytz2zoHBGQM
Vídeo da minha neta' trabalho escola,dirigido por mim' (:
Quem Sou eu
Falar de mim e muito difícil, mas vou tentar.
Sou um Homem falante, às vezes calado. Gosto de gente amável.
Poucos amigos, ... Sou capaz de morrer por eles.
Amo minha família.
Nasci numa família que mais parecia uma corrente de filhos.
Adoro meu trabalho, procuro viver em harmonia com meus colegas.
Às vezes, muito crítico e franco com as pessoas, mas falo tudo cara a cara.
Tenho três filhas lindas, sou casado com uma mulher brava, mas justa.
Um casal de netos carinhosos, inteligentes, Capazes de encantar a primeira vista.
A lealdade você encontra quando somos leais conosco.
Omracolif
10/02/23
Sou um Homem falante, às vezes calado. Gosto de gente amável.
Poucos amigos, ... Sou capaz de morrer por eles.
Amo minha família.
Nasci numa família que mais parecia uma corrente de filhos.
Adoro meu trabalho, procuro viver em harmonia com meus colegas.
Às vezes, muito crítico e franco com as pessoas, mas falo tudo cara a cara.
Tenho três filhas lindas, sou casado com uma mulher brava, mas justa.
Um casal de netos carinhosos, inteligentes, Capazes de encantar a primeira vista.
A lealdade você encontra quando somos leais conosco.
Omracolif
10/02/23
Provocantes
Veja, são lindas suas mãos e Provocantes
Expressivas, às vezes rudes, e corajosas
ÁsperasMãos que Vivem e que amam de paixão ou perdão
Mãos apaixonam e que movimentam o meu corpo de emoção
Descobri suas mãos na escuridão ou na paixão
Mãos que descortinam e vão descobrindo minha paixãoDêem-me as tuas mãos.
Vamos caminhar sem direção
Vamos viver essa emoção.
Omracolif10/2/23
Expressivas, às vezes rudes, e corajosas
ÁsperasMãos que Vivem e que amam de paixão ou perdão
Mãos apaixonam e que movimentam o meu corpo de emoção
Descobri suas mãos na escuridão ou na paixão
Mãos que descortinam e vão descobrindo minha paixãoDêem-me as tuas mãos.
Vamos caminhar sem direção
Vamos viver essa emoção.
Omracolif10/2/23
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