PRAIA, SOL, MAR E AREIA BRANCA
DEPOIS DO OCEANO ENCONTRAREMOS
AGORA ROSA VOCÊ ESTÁ DO OUTRO LADO
DO AMOR, DA ETERNIDADE
ISSO E SÓ UMA VIAGEM
DE VOLTA PARA SEU LEITO QUE SEMPRE FOI SEU
TODOS NÓS TEMOS O NOSSO LUGAR, IMAGINO;
DE PAZ E LUZ
ONDE NÃO TEM INVEJA, CONSUMO E MALDADE
A PUREZA ESTARÁ SEMPRE NO CORAÇÃO DAS PESSOAS
QUEM SABE UM DIA NOS ENCOTREMOS NESSE LEITO DE TERNURA!
Filocarmo Braga
31/05/11
terça-feira, 31 de maio de 2011
Janelas
Janelas de pau-a-pique colonial
Litúrgica angustia
Lágrimas e sussurros humildes
Quantos amores
Agonia, gozos, choros, lagrimas e nascimentos
Todas com sabores e dissabores
Diferentes, cheios, ás vezes bons ou ruins
Tudo termina com choro e grito
Dizem que estou morto
Mas se estou ninguém sabe
Espero o troco que paguei para viver
Filocarmo Braga
23/03/10
Litúrgica angustia
Lágrimas e sussurros humildes
Quantos amores
Agonia, gozos, choros, lagrimas e nascimentos
Todas com sabores e dissabores
Diferentes, cheios, ás vezes bons ou ruins
Tudo termina com choro e grito
Dizem que estou morto
Mas se estou ninguém sabe
Espero o troco que paguei para viver
Filocarmo Braga
23/03/10
Vulcão
Amei como lavas de um vulcão
Deixei-te para não te magoar
Nossos sonhos deixaram de ser reais
Posso escrever os versos mais tristes;
O céu com tempestades,
Nuvens choram...
Você sempre será meu vulcão.
As estrelas iluminam nossos corações
Meu coração foge, não quero te magoar
Passo noite com insônia
Sinto tua doçura em minha áurea
Na minha alma tu serás minha criança
Sempre te darei aconchego
Singelo, serás sempre minha estrela
Adorarei te sempre
Estrela única, solitária
Azul celeste dos céus
Acalma minha solidão
Sou tocado pelas lavas do vulcão
Filocarmo Braga
26/03/10
Deixei-te para não te magoar
Nossos sonhos deixaram de ser reais
Posso escrever os versos mais tristes;
O céu com tempestades,
Nuvens choram...
Você sempre será meu vulcão.
As estrelas iluminam nossos corações
Meu coração foge, não quero te magoar
Passo noite com insônia
Sinto tua doçura em minha áurea
Na minha alma tu serás minha criança
Sempre te darei aconchego
Singelo, serás sempre minha estrela
Adorarei te sempre
Estrela única, solitária
Azul celeste dos céus
Acalma minha solidão
Sou tocado pelas lavas do vulcão
Filocarmo Braga
26/03/10
Sem limites
Parte meu coração
Coração com pontes
Nascidos com passaporte
Ilusão nasceu vale à pena
Solta sem limites
Ponte nos caminhos do corpo
Por acaso me leva a força do medo
Não me impeça de viver
Mesmo que distante
Vivo espedaçado
Porque metade é saudade
A gente tem impressão que o tempo não passa
Filocarmo
25 06 10
Coração com pontes
Nascidos com passaporte
Ilusão nasceu vale à pena
Solta sem limites
Ponte nos caminhos do corpo
Por acaso me leva a força do medo
Não me impeça de viver
Mesmo que distante
Vivo espedaçado
Porque metade é saudade
A gente tem impressão que o tempo não passa
Filocarmo
25 06 10
Memória
Memória calada
O sabor das bocas que beijei
Na minha imaginação
Luz reflete cores cheiros
Caminho Suavemente
No teu corpo oculto
Que me transcende
Um perto que é tão longe
Um longe aqui neste espaço
O silêncio me sufoca amordaça
Doçura vida inesperada
Corre-me nas mãos agora molhadas
Ao fundo praça, jardim início ou fim
Filocarmo
25/6/10
O sabor das bocas que beijei
Na minha imaginação
Luz reflete cores cheiros
Caminho Suavemente
No teu corpo oculto
Que me transcende
Um perto que é tão longe
Um longe aqui neste espaço
O silêncio me sufoca amordaça
Doçura vida inesperada
Corre-me nas mãos agora molhadas
Ao fundo praça, jardim início ou fim
Filocarmo
25/6/10
Mistérios
Gosto do mistério da noite
Minha percepção
Passo às vezes medo
Noite acontecem
Choro morno
Quero morrer no silêncio
Morrer na noite
Os anjos as estrelas
O céu clareia e tudo pode ser sonho
Sonho ou verdade
Jardins com uma mensagem
A noite pode ser azul
Iluminando os jardins.
Filocarmo Braga
27 06 10
Minha percepção
Passo às vezes medo
Noite acontecem
Choro morno
Quero morrer no silêncio
Morrer na noite
Os anjos as estrelas
O céu clareia e tudo pode ser sonho
Sonho ou verdade
Jardins com uma mensagem
A noite pode ser azul
Iluminando os jardins.
Filocarmo Braga
27 06 10
Poço
Adentrando nesse poço
No fundo vivendo na nascente
Passando nas veias da terra
Mistura pintura inteiramente
Velho dilacerado irreverente
Nascente de águas
Sujas luxarás lamas se mistura
Desejos vagabundo loucuras
Pudor escondendo nas terras
Esfregando na lama
Adultero sem fundo
Filocarmo Braga
28 06 10
No fundo vivendo na nascente
Passando nas veias da terra
Mistura pintura inteiramente
Velho dilacerado irreverente
Nascente de águas
Sujas luxarás lamas se mistura
Desejos vagabundo loucuras
Pudor escondendo nas terras
Esfregando na lama
Adultero sem fundo
Filocarmo Braga
28 06 10
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Não sei
Instante na minha vida
Hoje permaneço
Triste me desfaz
Mascarados permanecem
Não sei lágrimas
Pertenço a não sei quem
Incerteza
Não sei onde estou
Saudades
Passado
Presente
Lembranças da infância
Preparo um corpo virtual imaginário
Sólido, solidário da raça humana
Me envolvo nessa massa da maldade
Hipócritas não sabem
Será
Serei
Não sei
Filocarmo
01 07 10
Hoje permaneço
Triste me desfaz
Mascarados permanecem
Não sei lágrimas
Pertenço a não sei quem
Incerteza
Não sei onde estou
Saudades
Passado
Presente
Lembranças da infância
Preparo um corpo virtual imaginário
Sólido, solidário da raça humana
Me envolvo nessa massa da maldade
Hipócritas não sabem
Será
Serei
Não sei
Filocarmo
01 07 10
Artistas poetas atores
Morre na sarjeta
A arte interpreta
Reflete e retrocede
Após a morte, glamour
Refletor
Maldade sucessora
Massacrando com homenagens
Busco na praça memórias
Mostra minúscula
Nossa solidariedade
Homenagem
Remorso
Após a morte
Busto na praça
Só vale pra quem já morreu.
Filocarmo Braga
01 07 10
A arte interpreta
Reflete e retrocede
Após a morte, glamour
Refletor
Maldade sucessora
Massacrando com homenagens
Busco na praça memórias
Mostra minúscula
Nossa solidariedade
Homenagem
Remorso
Após a morte
Busto na praça
Só vale pra quem já morreu.
Filocarmo Braga
01 07 10
Escasso pedaço
Vive dentro de mim
Poucas lembranças
O corpo não vai
Lugar algum
Pecados sem testemunha
Você não escuta
Não sabe meu nome
Às vezes vítima
Dos ventos inocentes
Depressivo meu coração
Morto ali no canto
Sem digitais
Preso no cordão da morte.
Filocarmo
03 07 10
Poucas lembranças
O corpo não vai
Lugar algum
Pecados sem testemunha
Você não escuta
Não sabe meu nome
Às vezes vítima
Dos ventos inocentes
Depressivo meu coração
Morto ali no canto
Sem digitais
Preso no cordão da morte.
Filocarmo
03 07 10
Beatles - "Get Back"
Atenção: isto é uma relíquia dos anos 60! Não é para quem tem 60 anos,
ou para quem anda lá perto: é dos anos 60... e é para todos!
Vale a pena... desfrutem....
Beatles - Um filme inédito - Get Back
Não sei se sabem a história: dizem que a letra dessa música, que manda
alguém voltar para o lugar de onde veio, foi escrita pelo Paul Mc
Cartney em 'homenagem' à Yoko Ono. O vídeo mostra a gravação em
estúdio e as trocas de olhares entre as personagens são muito
interessantes.
Para quem «curte» um pouco de estória e de história (por que não?).
Esse vídeo foi achado nos escombros da antiga gravadora dos Beatles
(Abbey Road Studios) e mostra uma sessão de gravação de uma famosa
música dos Beatles (GET BACK), já no crepúsculo do grupo.
Mais histórico ainda: vêem-se dois artistas individuais na gravação,
hoje consagrados:
Participando como key board das gravações, o grande pianista negro
americano Billy Preston (que, posteriormente, faria uma carreira a
solo brilhante); e assistindo (pasmem!) à gravação - lá pela altura do
minuto 02:11 - o líder de um grupo que já começava a fazer sucesso
como substituto natural dos Beatles, Mick Jagger!
ou para quem anda lá perto: é dos anos 60... e é para todos!
Vale a pena... desfrutem....
Beatles - Um filme inédito - Get Back
Não sei se sabem a história: dizem que a letra dessa música, que manda
alguém voltar para o lugar de onde veio, foi escrita pelo Paul Mc
Cartney em 'homenagem' à Yoko Ono. O vídeo mostra a gravação em
estúdio e as trocas de olhares entre as personagens são muito
interessantes.
Para quem «curte» um pouco de estória e de história (por que não?).
Esse vídeo foi achado nos escombros da antiga gravadora dos Beatles
(Abbey Road Studios) e mostra uma sessão de gravação de uma famosa
música dos Beatles (GET BACK), já no crepúsculo do grupo.
Mais histórico ainda: vêem-se dois artistas individuais na gravação,
hoje consagrados:
Participando como key board das gravações, o grande pianista negro
americano Billy Preston (que, posteriormente, faria uma carreira a
solo brilhante); e assistindo (pasmem!) à gravação - lá pela altura do
minuto 02:11 - o líder de um grupo que já começava a fazer sucesso
como substituto natural dos Beatles, Mick Jagger!
Beija flor
Praça verão beijar flor
Crianças brigam gritos,
Grito beijar flor chegue esses gritos ao amor
Transforme tudo em amor a praça escurece.
Chuvas torrenciais, gotas de amor
La está meu beija flor diga pra ela
O que é o amor.
Amor vai entrando no corpo, como se chega um beija flor.
Na janela não acharas amor
Beija flor mim traz um amor...
A Chuva passa, beija flor não volto
Espero o próximo verão.
Espero sempre porque amor, não morre
Amortece. Não sou beija flor sou um homem
Quem sabe o que é o amor?
Filocarmo Braga
29 05 11
Crianças brigam gritos,
Grito beijar flor chegue esses gritos ao amor
Transforme tudo em amor a praça escurece.
Chuvas torrenciais, gotas de amor
La está meu beija flor diga pra ela
O que é o amor.
Amor vai entrando no corpo, como se chega um beija flor.
Na janela não acharas amor
Beija flor mim traz um amor...
A Chuva passa, beija flor não volto
Espero o próximo verão.
Espero sempre porque amor, não morre
Amortece. Não sou beija flor sou um homem
Quem sabe o que é o amor?
Filocarmo Braga
29 05 11
Rizzo
Teu Rizzo Cicero
Rizzo harmonica
A harmonia do teu Rizzo,
Numa cadência melódica.
A gargalhada ritmada com instrumento de percussão.
Seu Rizzo, no teatro municipal
A platéia encantara
Sorria para o mundo
Carente de sorriso espalhe esse sorriso,
Só você tem Rizzo ritmado orquestrado.
Quem não escuta seu Rizzo estar perdendo,
A beleza do seu Rizzo traz harmonia
Uma grande melodia...
Filocarmo Braga
29/05/11
Rizzo harmonica
A harmonia do teu Rizzo,
Numa cadência melódica.
A gargalhada ritmada com instrumento de percussão.
Seu Rizzo, no teatro municipal
A platéia encantara
Sorria para o mundo
Carente de sorriso espalhe esse sorriso,
Só você tem Rizzo ritmado orquestrado.
Quem não escuta seu Rizzo estar perdendo,
A beleza do seu Rizzo traz harmonia
Uma grande melodia...
Filocarmo Braga
29/05/11
Sabores insossos
Gosto requentado
Sabores insossos
Teu cheiro não importa
Teus bocejos vozes
Passam indiferentes
Descubro tua cara
Incertezas
Mentiras
Assustado
Esboçando meu amor a carne
Sofrendo
Massacrando
Morre no escuro
Tua lágrima
Nada diz
Tenha pena
Vida insânia
Luz perdida
Fim de noite.
Filocarmo
04 07 10
Sabores insossos
Teu cheiro não importa
Teus bocejos vozes
Passam indiferentes
Descubro tua cara
Incertezas
Mentiras
Assustado
Esboçando meu amor a carne
Sofrendo
Massacrando
Morre no escuro
Tua lágrima
Nada diz
Tenha pena
Vida insânia
Luz perdida
Fim de noite.
Filocarmo
04 07 10
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Escuridão
Vejo um ponto de luz
Você sentada
fico congelado
Imóvel
Apático
Olhar fixo
Minhas pernas tremulam
Meu corpo tremula
As horas não passam
Subconsciente eterniza
Silhuetas no centro
Ponto de luz
Apaga carregando
Tudo era visão.
Filocarmo
Você sentada
fico congelado
Imóvel
Apático
Olhar fixo
Minhas pernas tremulam
Meu corpo tremula
As horas não passam
Subconsciente eterniza
Silhuetas no centro
Ponto de luz
Apaga carregando
Tudo era visão.
Filocarmo
O GRITO
Um gato grita
Enseia os mortos
No inconsciente pulo
De vidraça em vidraça
Qualquer esfera me induz
A uma alucinação
Um anseio de juramentos e meiguice
Qualquer dia leva você
A uma temperatura
Além mundo
Tudo não passou
De uma fantasia
Porque é necessário
Sete almas
Gritos intermináveis
Fico esperando
Encubro meus pelos
Recuo para meu ninho
Filocarmo Braga
15 07 10
Enseia os mortos
No inconsciente pulo
De vidraça em vidraça
Qualquer esfera me induz
A uma alucinação
Um anseio de juramentos e meiguice
Qualquer dia leva você
A uma temperatura
Além mundo
Tudo não passou
De uma fantasia
Porque é necessário
Sete almas
Gritos intermináveis
Fico esperando
Encubro meus pelos
Recuo para meu ninho
Filocarmo Braga
15 07 10
Lírios
Os lírios percorrem
Seus risos
Nos pomares atravessam
Ouvido teu espírito
Aprecia o que completam
Com eles
As nuvens clarificam
Os astros dirigem
Existências obstinação
Adverte a lua
Içados recebem algum
Objetos espedaçados
Reflete no manancial
A fragrância dissemina
Elegida por mim
Filocarmo Braga
15 07 10
Seus risos
Nos pomares atravessam
Ouvido teu espírito
Aprecia o que completam
Com eles
As nuvens clarificam
Os astros dirigem
Existências obstinação
Adverte a lua
Içados recebem algum
Objetos espedaçados
Reflete no manancial
A fragrância dissemina
Elegida por mim
Filocarmo Braga
15 07 10
Posamos no escuro
Posamos no escuro
Almejamos jardim
Ambicionamos o horto
Anseiamos o lírio
Exploramos o pomar
Aspiramos o fruto
Empreendemos os amores
Cultivamos o amor
Esperamos o crepúsculo
Esperamos os momentos
Ambicionamos as estrelas
Desejamos a lua
Se tenho você
Passamos a juntar migalhas
Arribamos no escuro
Filocarmo Braga
16 07 10
Almejamos jardim
Ambicionamos o horto
Anseiamos o lírio
Exploramos o pomar
Aspiramos o fruto
Empreendemos os amores
Cultivamos o amor
Esperamos o crepúsculo
Esperamos os momentos
Ambicionamos as estrelas
Desejamos a lua
Se tenho você
Passamos a juntar migalhas
Arribamos no escuro
Filocarmo Braga
16 07 10
Alma gemea
Reservado a mim tua alma
No seu ventre vou percorrer
O mais perfeito do seu corpo
Imaginar a rapidez sanguínea
Atravessando seus vasos sanguíneos
Matando minha sede
Me embebedar com tua fragrância
Deslumbrar a minha insanidade
Permanecer em transe com tua aparição
Atmosfera, maré, mediterrâneo
Os pelicanos voam e não levam o brilho
De seus cabelos lisos, negros
Não arreda dessa retina indefessa
Mas vigilante aos veeiros da certeza
Criatura ininterruptamente alma gemea
Filocarmo Braga
18 07 10
No seu ventre vou percorrer
O mais perfeito do seu corpo
Imaginar a rapidez sanguínea
Atravessando seus vasos sanguíneos
Matando minha sede
Me embebedar com tua fragrância
Deslumbrar a minha insanidade
Permanecer em transe com tua aparição
Atmosfera, maré, mediterrâneo
Os pelicanos voam e não levam o brilho
De seus cabelos lisos, negros
Não arreda dessa retina indefessa
Mas vigilante aos veeiros da certeza
Criatura ininterruptamente alma gemea
Filocarmo Braga
18 07 10
Harmonia
Arremessa tua ira
Corre velozmente o suor
Eleva a linha do horizonte
Peregrina descalça
Instável aos pés
Ladeira escorregando
Carreiras e cantigas
Acomodado fico na encosta
Orvalho desboca nas rochas
Lágrima seca nos gerais
Neblina cai nos casulos
Borboleta passa
Arco-íres deixa tudo em harmonia
Filocarmo Braga
19 07 10
Corre velozmente o suor
Eleva a linha do horizonte
Peregrina descalça
Instável aos pés
Ladeira escorregando
Carreiras e cantigas
Acomodado fico na encosta
Orvalho desboca nas rochas
Lágrima seca nos gerais
Neblina cai nos casulos
Borboleta passa
Arco-íres deixa tudo em harmonia
Filocarmo Braga
19 07 10
Vôo noturno
Elimine minhas lágrimas num vôo noturno
Ultrapasse pássaros, nuvens e obstáculos
Estrelas e galáxia acendem essa chama
Surjem para iluminar minha alma
Alucina meu corpo alcoolizado
Asfixia com sua fragrância
Na penumbra aprisionada
Reflete vultos indefinidos
Lucidez incara
Odores inocentes
Abrigue minha alma
Vermelha gurde continuamente
Filocarmo Braga
29 07 10
Ultrapasse pássaros, nuvens e obstáculos
Estrelas e galáxia acendem essa chama
Surjem para iluminar minha alma
Alucina meu corpo alcoolizado
Asfixia com sua fragrância
Na penumbra aprisionada
Reflete vultos indefinidos
Lucidez incara
Odores inocentes
Abrigue minha alma
Vermelha gurde continuamente
Filocarmo Braga
29 07 10
Ser.
Exteriorizo
Fertilizo meu corpo
Momentos fúteis
Olhares caluniosos
Interiorizado pra dentro
Tua Ira
Meiguice inventiva
Breves olhares
Colisão de nuvens
Turbulento vendaval
Arrastando as nuvens
Destinada aos astros
Residiu nas arteiras
Pouco tempo. Destino
Nada como um dia
Iluminado reconciliar
As batalhas frívolas
Do ser humano
Filocarmo Braga
24 07 1o
Fertilizo meu corpo
Momentos fúteis
Olhares caluniosos
Interiorizado pra dentro
Tua Ira
Meiguice inventiva
Breves olhares
Colisão de nuvens
Turbulento vendaval
Arrastando as nuvens
Destinada aos astros
Residiu nas arteiras
Pouco tempo. Destino
Nada como um dia
Iluminado reconciliar
As batalhas frívolas
Do ser humano
Filocarmo Braga
24 07 1o
Percorro na noite
São horas mortas
Já nem sei se encontro
O que me interessa em teu corpo
Percorro na noite procurando
Teus passos maliciosos
São atordoados meus encontros
Desencontros vão rompendo a noite
Tremula por medo, sombras e fantasmas
Noites de horrores, suspiros ofegantes
Um túnel sem fim
O clarear parece nuca chegar
As portas se abriram
E o carteiro anuncia
Você não será além-túmulo
Filocarmo Braga
27 07 10
Já nem sei se encontro
O que me interessa em teu corpo
Percorro na noite procurando
Teus passos maliciosos
São atordoados meus encontros
Desencontros vão rompendo a noite
Tremula por medo, sombras e fantasmas
Noites de horrores, suspiros ofegantes
Um túnel sem fim
O clarear parece nuca chegar
As portas se abriram
E o carteiro anuncia
Você não será além-túmulo
Filocarmo Braga
27 07 10
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Navego
Dia seguinte navego
Na tua inocência carrego
Fardos de ternura resumo
Tudo em gotas de néctar
Dos teus seios meigos
Gosto aroma de rosas
Escultura que desenhei
Com fios de seda arrematei
Com o beija flor
Azul celeste arrepiando
Sua pele com minha lente
Espiando teus vôos com planos determinado
Atritando num corpo oculto
Recusamos viagem
Embutirmos nossas asas
Filocarmo Braga
27 07 10
Na tua inocência carrego
Fardos de ternura resumo
Tudo em gotas de néctar
Dos teus seios meigos
Gosto aroma de rosas
Escultura que desenhei
Com fios de seda arrematei
Com o beija flor
Azul celeste arrepiando
Sua pele com minha lente
Espiando teus vôos com planos determinado
Atritando num corpo oculto
Recusamos viagem
Embutirmos nossas asas
Filocarmo Braga
27 07 10
Ser poeta
Ser poeta é deixar que o anjo permaneça
Viver na escuridão
Ler poemas de Pablo Neruda
Viajar sem sair do acento
Viver amores sem luar
Cometer adultério
Viver no anonimato
Ir ao mato e conversar com as estrelas
Não ser entendido
Beija como nunca ter beijado
Amar sem desejar
Viver sem compreender
Amar loucamente
Não ter medo de errar
Não ter medo de amar
Filocarmo Braga
28 07 10
Viver na escuridão
Ler poemas de Pablo Neruda
Viajar sem sair do acento
Viver amores sem luar
Cometer adultério
Viver no anonimato
Ir ao mato e conversar com as estrelas
Não ser entendido
Beija como nunca ter beijado
Amar sem desejar
Viver sem compreender
Amar loucamente
Não ter medo de errar
Não ter medo de amar
Filocarmo Braga
28 07 10
Sobre o tempo
Momento
Tempo
Período atravessa
Tempo de tempo
Vai tempo
Não limitar a tempo
Tem tempo
Tudo tem seu tempo
Tempo temporada
Não corra tanto
Tempo urge
Tempo surge
Tempo vai quero tempo
Tempo nasce tempo
Morre tempo achega
Aconchega na afetividade
Achega no tempo
Tempo dando tempo
Filocarmo Braga
31 07 10
Tempo
Período atravessa
Tempo de tempo
Vai tempo
Não limitar a tempo
Tem tempo
Tudo tem seu tempo
Tempo temporada
Não corra tanto
Tempo urge
Tempo surge
Tempo vai quero tempo
Tempo nasce tempo
Morre tempo achega
Aconchega na afetividade
Achega no tempo
Tempo dando tempo
Filocarmo Braga
31 07 10
Secreto
Namoro no escuro
No ar porque amo
Na brisa da noite no frio
No calor da tarde
Mesmo sem saber
Sem você perceber
Te amo
O tempo, vento passa
Vou secretamente amando
Amo porque te vejo na lua
Reflito, desapareço vir ao mundo
Porque te amo
Feliz aniversário porque te amo
Filocarmo Braga
20/08/10
No ar porque amo
Na brisa da noite no frio
No calor da tarde
Mesmo sem saber
Sem você perceber
Te amo
O tempo, vento passa
Vou secretamente amando
Amo porque te vejo na lua
Reflito, desapareço vir ao mundo
Porque te amo
Feliz aniversário porque te amo
Filocarmo Braga
20/08/10
Jamais ninguém te esqueça.
Vejo-te em seda e nácar,
e tão de orvalho trêmula, que penso ver, efêmera,
toda a Beleza em lágrimas
por ser bela e ser frágil.
Meus olhos te ofereço;
espelho para face
que terás, no meu verso,
quando, depois que passes,
jamais ninguém te esqueça.
Então, de seda e nácar,
toda de orvalho trêmula, serás eterna. E efêmero
o rosto meu, nas lágrimas
do teu orvalho... E frágil.
Bom dia pérola!
Filocarmo Braga
24/09/10
e tão de orvalho trêmula, que penso ver, efêmera,
toda a Beleza em lágrimas
por ser bela e ser frágil.
Meus olhos te ofereço;
espelho para face
que terás, no meu verso,
quando, depois que passes,
jamais ninguém te esqueça.
Então, de seda e nácar,
toda de orvalho trêmula, serás eterna. E efêmero
o rosto meu, nas lágrimas
do teu orvalho... E frágil.
Bom dia pérola!
Filocarmo Braga
24/09/10
Meigo
Hoje despertei contente
Quando deparei,
Aquele rosto fascinante
Meigo, sincero.
Cheiros, pele macia;
Poro exalando fogo
Fervendo esse vapor.
Viverei literalmente
Adianta o céu
Sem você
O mar sem seu brilho
A terra sem sua semente
Semearei em toda minha vida
Eternamente minha
Ternura lúdica
Sei que é loucura mais amo te inteiramente
Filocarmo Braga
24/09/10
Quando deparei,
Aquele rosto fascinante
Meigo, sincero.
Cheiros, pele macia;
Poro exalando fogo
Fervendo esse vapor.
Viverei literalmente
Adianta o céu
Sem você
O mar sem seu brilho
A terra sem sua semente
Semearei em toda minha vida
Eternamente minha
Ternura lúdica
Sei que é loucura mais amo te inteiramente
Filocarmo Braga
24/09/10
A noite vazia
A noite vazia
A noite murmuro
A noite sombria
A noite silêncio
A noite um gato
A noite o grito
A noite a morte
A noite gemida
A noite sofrida
A noite futíca
A noite aflita
A noite angustia
A noite fatiga
A noite inimiga
A noite intriga
A noite complica
A noite ódio
A noite adultério
A noite tédio
A noite grito
A noite nascimento
A noite sofrimento
A noite caça
A noite trapaça
A noite não passa
Filocarmo Braga
14/02/11
A noite murmuro
A noite sombria
A noite silêncio
A noite um gato
A noite o grito
A noite a morte
A noite gemida
A noite sofrida
A noite futíca
A noite aflita
A noite angustia
A noite fatiga
A noite inimiga
A noite intriga
A noite complica
A noite ódio
A noite adultério
A noite tédio
A noite grito
A noite nascimento
A noite sofrimento
A noite caça
A noite trapaça
A noite não passa
Filocarmo Braga
14/02/11
Eu sei lá!
Ser amada só pra que tem coração!
Você é de ferro;
Eu sou de carne e osso!
Um dia saberá!
Ou não
Será tarde
Ou nunca será tarde ...
Ou pode ser!
Eu sei lá!
Você é de ferro;
Eu sou de carne e osso!
Um dia saberá!
Ou não
Será tarde
Ou nunca será tarde ...
Ou pode ser!
Eu sei lá!
Alvorada
Alvorada tudo luminoso
Passarinhos zunzunzuns rastros
Emissão de voz das casas
Ruas não dizem nada
Olhos no infinito não vêem
O brilho do seu cabelo
Aquela expressão calma
O sorriso não atrai sem você
Curumim vidente
Tudo fica sem graça!
Filocarmo Braga
Passarinhos zunzunzuns rastros
Emissão de voz das casas
Ruas não dizem nada
Olhos no infinito não vêem
O brilho do seu cabelo
Aquela expressão calma
O sorriso não atrai sem você
Curumim vidente
Tudo fica sem graça!
Filocarmo Braga
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Improviso
Improvisa cantina
Freqüento a vidraça
As folhas lacrimejam
Chegado à fragrância
Acordo as lágrima
Sozinho não
Aquece-me
Braço serenado
Corpo gelada
Que me interessa
Pés não aquecem
Reservado a mim
Pele gelada
Aconchego fantasioso
Corpo moreno
Me leve
Com a nevasca
Filocarmo Braga
23/02/11
Freqüento a vidraça
As folhas lacrimejam
Chegado à fragrância
Acordo as lágrima
Sozinho não
Aquece-me
Braço serenado
Corpo gelada
Que me interessa
Pés não aquecem
Reservado a mim
Pele gelada
Aconchego fantasioso
Corpo moreno
Me leve
Com a nevasca
Filocarmo Braga
23/02/11
Ofuscar
Perto da noite estrelar
Se pondo a ofuscar
Tremula meu corpo
Minha voz
Soa nostalgia
Fadiga isolamento
Recente destino
Não existe imediatamente
Pensar sucessivamente
Anverso cogitar
Extinção cada minuto
Fingimos conhecimento
Do arremate arriba
A estrela extingue
Volta amanhecer
Tudo restaura.
Filocarmo
25/02/11
Se pondo a ofuscar
Tremula meu corpo
Minha voz
Soa nostalgia
Fadiga isolamento
Recente destino
Não existe imediatamente
Pensar sucessivamente
Anverso cogitar
Extinção cada minuto
Fingimos conhecimento
Do arremate arriba
A estrela extingue
Volta amanhecer
Tudo restaura.
Filocarmo
25/02/11
Dona Rosa
Rosa roseira
Rosa vermelha
Rosa encarnada
Rosa rubra
Rosa robusta
Rosa potente
Rosa pujante
Rosa vigorosa
Rosa possante
Rosa de pétalas
Rosa de pérola
Rosa de diamante
Rosa de brilhante
Rosa intensa
Rosentina só quero prestar uma homenagem
Obrigado dona rosa, por conviver com você!
Filocarmo Braga
23 05 11
Rosa vermelha
Rosa encarnada
Rosa rubra
Rosa robusta
Rosa potente
Rosa pujante
Rosa vigorosa
Rosa possante
Rosa de pétalas
Rosa de pérola
Rosa de diamante
Rosa de brilhante
Rosa intensa
Rosentina só quero prestar uma homenagem
Obrigado dona rosa, por conviver com você!
Filocarmo Braga
23 05 11
A morte
A morte vem caminhando;
A morte vem a cavalo;
A morte vem de carro;
A morte vem de avião;
A morte vem de trem;
A morte vem pela janela;
A morte vem pelas nuvens;
A morte vem pelas estrelas;
A morte vem pelo ar;
Mais a morte um dia nos pega!
Filocarmo Braga
24/03/11
A morte vem a cavalo;
A morte vem de carro;
A morte vem de avião;
A morte vem de trem;
A morte vem pela janela;
A morte vem pelas nuvens;
A morte vem pelas estrelas;
A morte vem pelo ar;
Mais a morte um dia nos pega!
Filocarmo Braga
24/03/11
Poético por quê?
Se os canalhas permanecem em evidência
Ser poeta por quê?
Se você é trocado por um copo de drink
Ser trovador pra que?
Se os fanfarrões comandam
Ser ternura por quê?
Se elas preferem o maluco beleza
Morrerei romântico mais não caio na vulgaridade
Serei companheiro por completo!
Sempre te esperarei
Infante um dia você acende!
Filocarmo Braga
02/03/11
Ser poeta por quê?
Se você é trocado por um copo de drink
Ser trovador pra que?
Se os fanfarrões comandam
Ser ternura por quê?
Se elas preferem o maluco beleza
Morrerei romântico mais não caio na vulgaridade
Serei companheiro por completo!
Sempre te esperarei
Infante um dia você acende!
Filocarmo Braga
02/03/11
O branco
Alvejado vinho
Imagem na taça daquele cabelo amorenado;
Admirava o primeiro plano;
Avistavam drinques com sua corporação
Transpira película
Combinava com o panorama
No momento uma aspiração não esperava
Eu ali, parado, com muita coisa para dizer e um branco tomou conta de mim
Minhas pernas tremulam, coração batia cadenciado a uma nota musical que tocava suavemente
Sofrimento bom de viver.
Aquela mesa confundia as cores do ambiente a sua expressão. Nós cortamos como corta um umbigo.
Seremos parasitas do tempo
Aquele minuto queria que fosse de encantamento; viemos dar uma oportunidade
Ficamos numa bola de neve que explodiu em instantes.
25/03/11
Imagem na taça daquele cabelo amorenado;
Admirava o primeiro plano;
Avistavam drinques com sua corporação
Transpira película
Combinava com o panorama
No momento uma aspiração não esperava
Eu ali, parado, com muita coisa para dizer e um branco tomou conta de mim
Minhas pernas tremulam, coração batia cadenciado a uma nota musical que tocava suavemente
Sofrimento bom de viver.
Aquela mesa confundia as cores do ambiente a sua expressão. Nós cortamos como corta um umbigo.
Seremos parasitas do tempo
Aquele minuto queria que fosse de encantamento; viemos dar uma oportunidade
Ficamos numa bola de neve que explodiu em instantes.
25/03/11
Menina guerreira
Você é meu rio purificado
Meu exterior legítimo
Meu destino
Meu alvorecer
Meu ensejo
Meu desejo
Meu sentir
Meu adereço
Minha moderação
Minha explosão
Meu tudo
Serei intenso
Não vivo sem você
Perto ou longe
Estarei ininterruptamente apurando minha maturidade
Minha ternura.
Meu exterior legítimo
Meu destino
Meu alvorecer
Meu ensejo
Meu desejo
Meu sentir
Meu adereço
Minha moderação
Minha explosão
Meu tudo
Serei intenso
Não vivo sem você
Perto ou longe
Estarei ininterruptamente apurando minha maturidade
Minha ternura.
Rosto
Meigo rosto encantador
Olhar intenso
Expressão definida
Com ar de bondade
Um rosto afável
Não decifro esse rosto
Silêncio de um olhar verdadeiro
Conquistando o mundo de incertezas
Se um dia tiver que escolher
Escolho esse rosto para iluminar
Os caminhos tortuosos da iniqüidade;
Rosto não só de generosidade
De ternura bondade
Transpõe harmonia
Nos espaços onde estiver
Expressão de liberdade
Só um rosto feliz e majestoso
Filocarmo Braga
14 05 11
Olhar intenso
Expressão definida
Com ar de bondade
Um rosto afável
Não decifro esse rosto
Silêncio de um olhar verdadeiro
Conquistando o mundo de incertezas
Se um dia tiver que escolher
Escolho esse rosto para iluminar
Os caminhos tortuosos da iniqüidade;
Rosto não só de generosidade
De ternura bondade
Transpõe harmonia
Nos espaços onde estiver
Expressão de liberdade
Só um rosto feliz e majestoso
Filocarmo Braga
14 05 11
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