quarta-feira, 25 de maio de 2011

O branco

Alvejado vinho
Imagem na taça daquele cabelo amorenado;
Admirava o primeiro plano;
Avistavam drinques com sua corporação
Transpira película
Combinava com o panorama
No momento uma aspiração não esperava
Eu ali, parado, com muita coisa para dizer e um branco tomou conta de mim
Minhas pernas tremulam, coração batia cadenciado a uma nota musical que tocava suavemente
Sofrimento bom de viver.
Aquela mesa confundia as cores do ambiente a sua expressão. Nós cortamos como corta um umbigo.
Seremos parasitas do tempo
Aquele minuto queria que fosse de encantamento; viemos dar uma oportunidade
Ficamos numa bola de neve que explodiu em instantes.

25/03/11

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