São horas mortas
Já nem sei se encontro
O que me interessa em teu corpo
Percorro na noite procurando
Teus passos maliciosos
São atordoados meus encontros
Desencontros vão rompendo a noite
Tremula por medo, sombras e fantasmas
Noites de horrores, suspiros ofegantes
Um túnel sem fim
O clarear parece nuca chegar
As portas se abriram
E o carteiro anuncia
Você não será além-túmulo
Filocarmo Braga
27 07 10
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